"O Ideal seria se as pessoas Soubessem Amar...O Tanto que sabem fingir. "(Jean Roots - Pensador, Filósofo e Crítico MaraParaense)
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Entrevista com Jean Roots do Grupo Reggae Solidário.
GRUPO REGGAE SOLIDÁRIO.

O Grupo Reggae solidário é um movimento cultural organizado, criado em 2009 inicialmente com a proposta de promover, divulgar e fortalecer o trabalho da cultura reggae. Durante esses anos, passou a contribuir também com os grupos culturais em sua organização auxiliando-os profissionalmente para a valorização dos seus trabalhos. Atua nas periferias e em diversas ilhas ribeirinhas no entorno de Belém do Pará, levando apoio moral, substancial, cultural e de lazer a grupos e comunidades populares e de expressão cultural fortalecendo e objetivando contribuir na formação e capacitação em busca de sua autonomia auxiliando-os mutuamente para que as diversas produções culturais não desapareçam e se tornem fonte de renda.
NOSSA HISTORIA
No ano de 2009, Jean Roots da “Toca dos Gatos” e Carol das “Ladys do Reggae” conversando sobre o crescimento do reggae em Belém em termos comerciais notamos o tamanho da carência de informações sobre a verdadeira cultura reggae, falta de projetos sociais e culturais dentro do reggae, devido essa necessidade surgiu a ideia de realizar um projeto, que denominamos “Natal Solidário”, esse evento reuniu diversos movimentos e varias pessoas simpatizantes da causa, com o sucesso e a gratificação das pessoas beneficiadas o projeto se fortaleceu e a união de Jean Roots, Francisco Junior, Dilene Costa, Léo Costa, Dandara Costa, Iran Cardoso, Ras Douglas, Jaqueline Santos, Ellen, Manuela Lima, Fabinho Roots, Marcelle Silva, Marcio Costa, Irene Souza, Rodney Costa,Emanuela Almeida, Márcia Costa, Luíza, Telma Oliveira Lobato e outros decidimos continuar com a proposta e Após alguns anos, formou-se então o Grupo Reggae Solidário o “Grupo Reggae Solidário” em Belém do Pará no ano de 2009, a proposta inicial foi de promover eventos de reggae gratuito com fins filantrópicos e reverter em ações sociais, além de estimular o público a refletir sobre as mensagens de paz, união e humildade, transmitidas nas letras da música reggae e conseqüentemente orientar os adolescentes a praticar atos de cidadania longe das drogas.. Hoje formamos uma família, e todos que acreditam na arte e cultura como forma de transformação social aderem aos nossos objetivos.
OBJETIVO
Existente desde 2009, o “Grupo Reggae Solidário” vêm com o objetivo de proporcionar união e organização dentro do movimento reggae, informação, lazer, diversão e melhoria na qualidade de vida de nossa região, além de realizar ações com o intuito de resgatar a cidadania e interação social das comunidades menos privilegiadas. Do resultado desse trabalho, surgiu a Associação de Cultura Projeto Reggae. Auxilio cultural e educacional a crianças e adolescentes menos privilegiados
COMO NOS ORGANIZAMOS?
Estamos organizados em um Núcleo de Base, com gestão organizada e especifica de cada função (coordenação geral, coordenação de projetos, financeiro, integrantes, colaboradores e simpatizantes e etc.) trabalhamos os locais de estudo, moradia, trabalho ou áreas de interesse, como solidariedade, comunidades carentes, ecologia, direitos humanos, etc.) Este núcleo é a base do Grupo Reggae Solidário e a partir deles desenvolveremos nossas atividades.
O QUE FAZEMOS?
Atuamos no campo de lazer, educação e cultura. Elaboramos propostas que contribuam nas soluções das graves situações da região periférica, refletimos os problemas das diversas comunidades analisados suas carências e elaboramos propostas que contribuam na solução dos mesmos, dentro de uma ótica social. Realizamos ações para conscientizar os jovens e adultos sobre as causas e conseqüências da situação atual, discutindo com eles nossas propostas alternativas, que visam vencer a crise construindo o futuro através da luta e aprendizado. Atuamos nos movimentos sociais e apoiamos as organizações junto ao reggae em suas diversas expressões
AÇÕES:
Tradicionalmente o Reggae de Natal Solidário (Junto as ilhas Ribeirinhas)
Arrecadamos os brinquedos o ano todo através de doações e no segundo semestre realizamos dois eventos para finalizar essa arrecadação já que a cada ano aumenta o numero de pessoas a serem beneficiadas.
Projeto Cinema Comunitário, projeto que visa levar entretenimento a comunidades que não tem a oportunidade de apreciar essa arte cultural, exibimos temáticas apropriadas ao contexto real de cada comunidade dentre vídeos e documentários sobre a cultura reggae e lanches depois das sessões já que percebemos a necessidade das pessoas das mesmas.
Fazemos oficinas de diversos segmentos, nas comunidades estudadas de acordo com sua carência.
Fazemos parte da organização do calendário reggae em Belém dando idéias e contribuindo para a realização de vários projetos e eventos durante todo o ano.
O grupo reggae solidário está à disposição de qualquer entidade, movimento, grupo, organização ou comunidade para ajudá-la dentro de sua necessidade da melhor forma possível.
Nossos eventos não possuem fins lucrativos, porém solicitamos ajuda de custo para os profissionais envolvidos, e para as oficinas realizadas, além de exigir muitas vezes alimentos, roupas, brinquedos e etc. Nas bilheterias das casas que realizam os eventos, onde revertemos para as ações do Grupo Reggae Solidário.
E outros...
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LOCAL
Estamos com sedes provisórias na TV. 14 de março nº1783 (entre Av. Nazaré e Av. José Malcher.)
Ou
Travessa 03 de maio, 123
Entre Diogo Moia e Oliveira Belo
CEP 66060-600 - Belém-Pará-Brasil
Auxilio cultural e educacional a crianças menos privilegiadas.
Atuamos no campo de lazer, educação e cultura, participamos com idéias e propostas conjuntamente com agremiações de escolas, núcleos de bases e ONGs. Além de associações culturais e de amigos de bairro. Realizamos: eventos esportivos, oficinas de artes e música, incentivo à leitura, campanhas de conscientização temática, realizações de festas beneficentes gratuitas, realizamos o cinema comunitário (distribuímos, hot- dogs, cachorro quente. realizamos brincadeiras e sorteios de prêmios durante os eventos etc..) e entregas de brinquedos em datas comemorativas.
Criar uma associação cultural de reggae em Belém do Pará, assim como conseguir uma sede oficial, onde os movimentos organizados possam nesse espaço trabalhar a cultura do movimento assim como diversas oficinas e cursos, espaço dedicado a se conhecer mais sobre o verdadeiro sentido da cultura e movimento reggae.
Impressão e distribuição gratuita de informativo cultural (revista) (Info Reggae Solidário) Revista direcionada aos adeptos da musica e cultura reggae, com informações dos bastidores, agenda de eventos solidários de reggae em Belém do Pará, biografia de músicos e divulgação de bandas, projetos em andamento enfim um canal de interação e informação do regueiro, pra isso precisamos de parcerias com gráficas.
SUBSÍDIOS PARA ESTRUTURAR O PROJETO
Doando materiais ou alimentos
Participando como colaborador ou doador de algo que estejamos precisando para determinado evento.
Divulgando nossos eventos e nosso grupo para que eles cresçam cada vez mais e assim produzir-mos shows e festas beneficentes assim como oficinas profissionalizantes e outros projetos cada vez com mais qualidade.
Adquirindo camisetas e adesivos e outros produtos do “Grupo Reggae Solidário”
Entrando para o grupo.
Portanto, não perca tempo, Junte-se aos nossos trabalhos para num só corpo, transformarmos uma sociedade destruída pela maldade e egoísmo e desunião em uma nação onde o ser humano possa viver de forma digna, madura e com amor ao próximo.
conclusão:
A imagem que se faz da juventude, muitas vezes, produz visões e rotulações distorcidas sobre a realidade deste grupo social. Idealizada a partir de alguns conceitos, que reclamam de maior engajamento direto do jovem em questões políticas, como ocorreu no passado, ou julgada por setores que encaram esta fase da vida como sendo um momento apenas de crise e de problemas, a juventude, entretanto, está construindo novos caminhos e formas de participação na sociedade.
Trata-se de um momento particular e complexo do cotidiano juvenil. De um lado, são os jovens as maiores vítimas do desemprego e da violência. De outro, a criatividade, a irreverência e a esperança no futuro, características deste grupo etário, fomentam um novo sujeito social que se inventa e recria formas variadas de atuação.
Neste contexto, por suas múltiplas práticas e experiências, a cultura e a musica são ferramentas de inserção social com enorme potencial entre as gerações mais novas. Além disso, a cultura e a musica permeia todas as demais áreas de abordagem terapêutica, disciplinar ou de formação, como a educação, a qualificação para o trabalho, o atendimento social e psicológico e as medidas de proteção.
Coordenação:
Jean Roots: 91 81908502
Iran Cardoso: 91 81132703
Fabinho Roots 91 81973011
Ras Douglas 91 82034887
Dandara 91 89511193
Acesse o Facebook e Blog:
https://www.facebook.com/gruporeggae.solidario
GRUPO REGGAE SOLIDÁRIO
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Roy Shirley
Nascido Ainsworth Roy Rushton los 1948, EM Kingston, Jamaica, estreou no ramo da gravação los 1962.Roy FOI Membro Fundador da banda The Uniques, EM 1966.Mudou-se de para Londres, REINO UNIDO los 1973.Depois de deixar o The Uniques, hum ritmo DEPOIS, EM 1976 estreiou com Sucesso los SUA Carreira de solo com o disco'' O Vencedor'', seguido Pelo'' The Return Of The High Priest'', de 1982.Gravou sândalo materiais Seu pt Os Amigos, Os Upsetters ( Roy Shirley & The Upsetters) e The Mighty Vikings (Roy Shirley & The Vikings Poderoso). Shirley E TALVEZ o dono da Mais Poderosa, A Melhor Voz originais da Jamaica.Nos mostra, Roy Shirley, meche-se Sem Parar, contor-se Inteiro, lamenta-se, e SUAS Apresentações ao vivo São teatrais e Históricas, e provavelmente SUA maneira de cantar com OS Três oitavos, Que Aprendeu los Seu los Seu Curso de canto e aplicou á SUA Carreira musical ajudou Bastante parágrafo chegar sem NÍVEL los Opaco Chegou. "Hold Them" PODE serviços a Faixa Que originou o rock steady, ê ê indubitavelmente hum Classico, excelente Música. SUA SAÍDA fazer palco E frequentemente histérica e engraçada.A Música de Roy Shirley "Meu Deus, como ele pode ir longe com isso", also fez Muito Sucesso na Jamaica.Embora E dificil de encontrar Seu material de Hoje em dia, vale a pena CADA esforço los Procura-lo.
Shirley cantou no Reggae Sunsplash de 1982, e de hum SEUS ULTIMOS mostra FOI não Sierra Nevada World Music Festival los Junho de 2008.
Shirley infelizmente faleceu los de 2008, Aos 63 Anos los Londres, e FOI Realizado hum concerto los SUA Memória com Participação de Derrick Morgan, Dennis Alcapone, BB Seaton, Michael Prophet, Entre To Us Link ..
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DISCOS:
1976 The Winner 1982 The Return Of The High Priest [Compilação] A música é a chave [1967-1975] Seu Priest Musical [1966-1972]
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Evasão do Jovens de 15 a 17 anos das escolas publicas
Evasão do Jovens de 15 a 17 anos das escolas publicas (Campanha Belém 2013)
Aos ex estudantes interessados, que neste momento não estejam frequentando as escolas publicas, participe desta reunião, que será no dia 30/08/2013(em 3 Horários diferentes a sua escolha)
Bonus de: Transporte e Alimentação para os presentes alem de uma comissão de 50,00 para cada participante.
Local: Computer Hall
Interessados: Ligar 8184-5554
Apoio Grupo Reggae Solidario.
Acreditamos que a Educação é a Base de tudo.
Desinteresse é o principal motivo da evasão escolar dos jovens, afirma pesquisa da FGV-RJ
A falta de interesse pela escola é o principal motivo que leva o jovem brasileiro a evadir. A pesquisa Motivos da Evasão Escolar, lançada nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas - FGV-RJ, revela que 40% dos jovens de 15 a 17 anos que evadem deixam de estudar simplesmente porque acreditam que a escola é desinteressante.
A falta de interesse pela escola é o principal motivo que leva o jovem brasileiro a evadir. A pesquisa Motivos da Evasão Escolar, lançada nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas - FGV-RJ, revela que 40% dos jovens de 15 a 17 anos que evadem deixam de estudar simplesmente porque acreditam que a escola é desinteressante. A necessidade de trabalhar é apontada como o segundo motivo pelo qual os jovens evadem, com 27% das respostas, e a dificuldade de acesso à escola aparece com 10,9%.
Coordenada pelo economista Marcelo Neri, a pesquisa mostra que, apesar de diversos estudos demonstrarem o impacto da Educação na qualidade de vida e na renda dos indivíduos, em 2006, 17,8% da população 15 a 17 anos, que deveriam estar cursando o Ensino Médio, caso não houvesse atraso escolar, estavam fora da escola.
Entre as motivações que levaram esses jovens a evadir, na comparação entre 2004 e 2006, o desinteresse pela escola caiu de 45,12% para 40,29%, embora ainda seja o principal motivo. Já a necessidade de trabalhar aumentou de 22,75% para 27,09%.
O coordenador da pesquisa acredita que o desinteresse do jovem pela escola reflete a falta de demanda por Educação. "O que a pesquisa está mostrando é que não basta garantir o acesso ou criar programas de transferência de renda para assegurar que esse jovem permaneça na escola, é preciso torná-la mais atrativa, interessante e cativante. O problema da evasão é grave e atinge quase 20% da população de 15 a 17 anos", explica.
Na opinião do pesquisador, as políticas públicas só terão sucesso se houver a concordância e a participação dos pais e os alunos. "É preciso entender as necessidades dos clientes dessas políticas", explica. Marcelo Neri diz que é importante informar e conscientizar esses jovens sobre os benefícios trazidos pela Educação e atraí-los à escola.
Na avaliação de Wanda Engel, superintendente executiva do Instituto Unibanco, uma das organizações que patrocinam o estudo, esses dados refletem uma situação preocupante. "As pessoas não estão atentas a esse problema, nem os governos, nem a opinião pública, nem a mídia, não se deram conta de que isto é uma bomba relógio. Estamos alimentando a exclusão desses jovens da entrada no mercado de trabalho moderno e, pior do que isso, excluindo o País de condições de competitividade no mercado internacional", argumenta.
Segundo Wanda Engel, falta ao jovem entender que a Educação é um investimento necessário. "Conseguir o diploma do Ensino Médio é essencial para entrar na vida adulta", afirma. Para ela, o problema precisa ser atacado em três níveis: criar as condições mínimas para que esse jovem freqüente a escola; melhorar a qualidade da escola; e fazer um trabalho para que esse jovem readquira a sua capacidade de sonhar com um futuro. "Os gestores públicos precisam conhecer o fenômeno, avaliar na sua própria realidade o que pesa mais desses três níveis e desenvolver estratégias específicas para cada um", explica.
O estudo, patrocinado por Fundação Educar DPaschoal, movimento Todos Pela Educação, Instituto Unibanco e Fundação Getulio Vargas - Rio de Janeiro, foi realizado com base nos suplementos de Educação das PNADs de 2004 e 2006 e na Pesquisa Mensal do Emprego - PME/IBGE, utilizando as respostas diretas de pais e alunos sobre os motivos da evasão escolar.
Fonte: Todos pela Educação
Mais informações:
Veja a íntegra da pesquisa no site: http://www.fgv.br/cps/tpemotivos/
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terça-feira, 20 de agosto de 2013
AUDLEY ROLLENS
Outro excelente cantor jamaicano de reggae roots Audley Rollens, outro infelizmente Pouco conhecido, e Esteve los ATIVIDADE n º s Anos 1980.Foi Contratado da Gravadora Wackie da (Nova Iorque, EUA), do Produtor Lloyd'''' Bullwackie Barnes Onde gravou o Álbum'' Role Model'' los de 1984.'' Showcase Prevail'', Seu disco anterior lançado los fóruns 1982 sem selo Philadelphia Reggae Parece los LP (Rollens tocou de Todos os Instrumentos, arranjou, produziu o disco). Em'' Papel'' Modelo de 1984 não Wackies selo, Audley contou com a Participação Owen 'Fox' Stewart, Milton Henry EO PROPRIO Audley Rollens nn vocais e backing vocais, Fabian Cooke na Bateria, Tony Allen & Kozzy Miller não Baixo, Jerry Harris e Owen 'Fox' Stewart na guitarra, Fabian Cooke & Owen 'Fox' Stewart não sintetizador, Harold Butler e Owen 'Fox' Stewart não Órgão, Jerry Johnson nn Metais e Ras Menilik Dacosta na percussão.Esse álbum, Mentor, FOI POR Mixado Jah Batta & Bullwackie, engenhado POR Bullwackie, Douglas Levy, Audley Rollens & Junior Delahaye e Gravado e Mixado na Wackies.Além de cantor Audley E Músico, multiinstrumentista, toca violão, guitarra, e E AINDA compositor, arranjador e engenheiro de som ...
Em 2004 Audley retornou com o Álbum'' Just For You'' com temas'' Como Deus está à disposição'', nós merecem um ao outro, procuram-Em primeiro lugar, você é meu tudo ...
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Discografia:
quarta-feira, 3 de julho de 2013
A Ligação do Reggae Com Os Skinheads
Muitos irão torcer o nariz e fazer cara feia com essa informação. Mas Skinhead ouvindo som de negro ? é o que a maioria se indaga quando ouvem um som do gênero que entonam o coro Skinhead em suas letras. Muitos pensam tratar-se de algo contra, mas quando param para prestar atenção na letra percebem que não só muitas músicas foram feita falando dos skinehads, e sim para eles. Já que a onda do Skinhead Reggae estava tão em alta, os artistas negros enxergavam neles públicos fiéis e loucos para gastar uns trocados por novidades do Reggae. O que de fato era verdade.
O reggae estava despontando na cena britânica devido à curtição dos skins. A imprensa musical e as rádios não davam grande apoio, até desdenhavam o gênero por ser "cru" e "simples". Chegavam a chamar de "yobbo Music" (música de mongoloide), justamente pela conexão com a cultura skinhead.
Aquilo era um círculo vicioso, pois sem a cobertura da imprensa e sem tocar nas rádios, as lojas de discos não encomendavam e, portanto, a música nunca aparecia nas listas de mais vendidos.
E como algumas estações, particularmente a Radio One, baseavam sua programação na
colocação das músicas como reflexo da preferência do público, o reggae raramente figuraria como "popular". Os dois únicos programas dedicados ao gênero eram o "Reggae Time" da BBC de Londres e o "Reggae Reggae" da Rádio Birmingham. Eram chamados de programas "de minoria", numa época em que os singles de reggae vendiam dezenas de milhares de cópias sem qualquer tipo de promoção.
colocação das músicas como reflexo da preferência do público, o reggae raramente figuraria como "popular". Os dois únicos programas dedicados ao gênero eram o "Reggae Time" da BBC de Londres e o "Reggae Reggae" da Rádio Birmingham. Eram chamados de programas "de minoria", numa época em que os singles de reggae vendiam dezenas de milhares de cópias sem qualquer tipo de promoção.
Isso fez dos salões e dos pontos de venda (que geralmente não passavam de barracas de mercado) os únicos locais onde se podia ouvir os últimos lançamentos. Mesmo os discos que chegavam às paradas como o grande sucesso de Dekker "israelites", passavam meses expostos nos clubes e pubs até alcançarem alguma posição. Mas em 1969 já era tal a procura que os pequenos comerciantes não davam conta. Não demorou para que o som fosse ouvido em locais públicos nos fins-de-semana, até que casas noturnas badaladas, como o Flamingo ou The Roaring Twenties começaram a atender aos fãns de Reggae.
O grande nome do Skinhead Reggae foi a Trojan, uma etiqueta lançada pela gravadora "Island Records" e pela Beat & Commercial Company em 1968. A Island já tinha tradição no mercado de música jamaicana na Grã-Bretanha e chegara ao segundo lugar nas paradas em 1964 com My Boy Lollipop de Milli Small. Mas em 1968 o dono da gravadora, Chris Blackwell, estava mais interessado em transformar a Island em num grande selo do Rock ( o que de fato conseguiram, Hoje a island records abriga artistas como Bon Jovi, Mariah Carey e Sum41, é triste...). Para isso tinha que se livrar da imagem de gravadora especializada em "minoria", e descartou todos os astros do reggae, com excessão de Jimmy Cliff. Já a companhia Beat & Commercial pertencia a Lee Goptal, um comerciante de tino, bem entrosado na músic
a jamaicana. A princípio a B&C trabalhava na distribuição entre a Musicland e as lojas da Music City em Londres, nas áreas de Stroke Newington, Brixton e Shepherd's Bush.
Quando a Trojan se estabeleceu, veio como uma salvação para ambas, pois dava continuidade à política da Island de investir no reggae mais pop comop forma de levar o som jamaicano para além do gueto. As tosquices das gravações de produção mais barata foram contornadas com a adição de cordas e até coros, de modo a torná-las palatáveis ao mercado britânico. Singles promocionais , baladas, versões covers de música pop, tudo valia para abrir o mercado aos produtos da Trojan e suas subsidiárias, garantindo espaço nas rádios e faturando-lhe dezessete hits entre os "vinte mais" no período de 1969 a 1972.
A Trojan também foi das primeiras a vender discos a preço s pormocionais para ampliar o mercado. Coletâneas como as das sériesTighteen Up e Reggae Chartbusters arranjaram seu espaço em um mercado dominado pelos dinossauros do Rock, graças a tais promoções da Trojan.
Com suas mais de quarenta subsidiarias , a Trojan acabou controlando 80% do mercado de Reggae, isso numa época em que cerca de 180 discos de reggae eram lançados por semana. Em termos de Reggae, era impossível rivalizar com ela, mas, apesar de ter alguns de seus astros entre os mais famosos do Showbusiness, o som jamaicano permanecia dentro dos limites do underground. De mais a mais, o gosto dos apreciadores do Skinhead Reggae não coincidia necessariamente com o do consumidor comum, o que gerava distorções do tipo: canções de maciço sucesso nos clubes, que passavam desapercebidas do público em geral e da mídia musical. Para um skin nomes como Pat Kelly e Derrick Morgan significavam muito, tanto, ou mais que um Jimmy Cliff ou Bob Marley.
A única real concorrente da Trojan era a Pama records e sua dúzia de etiquetas subsidiárias. FUndada em 1967, no auge do Rocksteady, pelos três irmãos Palmer, ela incrementou a auntêntica reputação do Reggae, dirigindo seus lançamentos especificamente ao mercado étnico e ao "movimento" skin.
Os produtores jamaicanos, que já não tinham fama de honesto, trataram de explorar a rivalidade entre as duas maiores empresas de Reggae. eles voavam até Londres e assinavam contrato com ambas para os mesmo lançamentos, o que resultava em litígios que culminaram em 1969, quando a Trojan lançou pela Treasure island o celébreSkinhead Moonstomp do grupo Symarip, só para abafar o sucesso doMoonhop de Derrick Morgan, que saíra pelo selo Crab da Pama.
O rolo tinha
começado quando Bunny Lee cedeu uma mesma música (seven Letters, de Derrick Morgan) para a Trojan, que a lançaria em sua nova subsidiária "Jackpot", e para a Pama, que a Lançaria pela "Crab". Na hora em que a Pama cronogramava seus melhores lançamentos para sair em função do sucesso de Moonhop, a Trojan melou tudo com uma versão não creditada da dita cuja, que não era outra senão a manjadíssima Skinhead Moonstomp, interpretada pelos Pyramids sob o pseudônimo de Symarip (um óbvio anagrama), a fim de faturar em cima da promoção da concorrente. Ironicamente, Skinhead Moonstomp é reconhecido hoje como um clássico do Reggae Skin, enquanto o originalMoonhop caiu no esquecimento. o mais chato de tudo é o fato de que Bunny lee é cunhado de Derrick Morgan.
começado quando Bunny Lee cedeu uma mesma música (seven Letters, de Derrick Morgan) para a Trojan, que a lançaria em sua nova subsidiária "Jackpot", e para a Pama, que a Lançaria pela "Crab". Na hora em que a Pama cronogramava seus melhores lançamentos para sair em função do sucesso de Moonhop, a Trojan melou tudo com uma versão não creditada da dita cuja, que não era outra senão a manjadíssima Skinhead Moonstomp, interpretada pelos Pyramids sob o pseudônimo de Symarip (um óbvio anagrama), a fim de faturar em cima da promoção da concorrente. Ironicamente, Skinhead Moonstomp é reconhecido hoje como um clássico do Reggae Skin, enquanto o originalMoonhop caiu no esquecimento. o mais chato de tudo é o fato de que Bunny lee é cunhado de Derrick Morgan.
Casos como esse iam sujando a barra da música jamaicana. Na verdade, a própria Moonhop de Derrick Morgan era baseada em outra canção, chamada I Thank You, que tinha sido lançada por Sam & Dave, uma dupla de Soul de Memphis. Quanto aos Pyramids, uma banda de estúdio que topava qualquer parada, estavam acostumados a gravar sob pseudônimo. Na mesma época tinham saído discos deles como "The Alterations", "The Red Bugs" e "The Rough Riders"

Tanto a Trojan quanto a Pama chegaram a produzir seu material na Grã-Bretanha, às vezes com músicos de estúdio brancos e vocalistas jamaicanos. Laurel Aitken , um dos recordistas de vendas da Pama, costumava dizer que só dava ele de negro no estúdio quando era gravado um reggae.
Claro que Skinhead Moonstomp não foi o primeiro nem o último disco de Reggae a celebrar seus próprios fãs Skinheads. Os mesmos Pyramids aproveitaram a onda para faturar outras canções em cima do tema, sob o nome fantasia de Symarip, como o clássico Skinhead Girl, e a Skinhead Jamboree. Algumas canções eram excelentes, outras pavorosas.
A atração dos skinheads pelo reggae se devia ao ritmo contagiante da música. As letras pouco importavam, já que a maioria não sacava os significados das gírias jamaicanas. Israelites de Desmond Dekker pode ter vendido oito milhões de cópias pelo mundo, mas se você perguntar a meia dúzia de caras o que a letra quer dizer, você terá meia dúzia de respostas diferentes. Por isso mesmo as faixas instrumentais tinham tanta popularidade quanto os números vocais: o essencial estava no som.
Toda essa proximidade da cultura britânica com a cultura jamaicana propiciou uma harmoniosa convivência onde garotos brancos e ngeros dançavam a noite inteira juntos sem o menor problema. Até que a paz se acabou. Num clube jovem do sul de Londres, a resposta de alguns idiotas à canção "Young Gifted and Black" (Jovens, talentoso e Negro) de Bob andy & Marcia foi cortar os fios do alto falante e entoar um coro contrário, dizendo "Young Gifted and White"(Jovem Talentoso e Branco). No começo de 70 , o reggae perdia um pouco de seu charme junto aos garotos brancos. A mudança de rumo das letras em direção à Babilônia, JAH e outros temas africanos, deixou muita gente a ver navios, e mais uma vez o som foi ficando confinados nos guetos das colônias jamaicanas. E o que seria a veradadeira raíz do reggae ficou esquecida, e muitas vezes ridicularizada por alguns que a chamam de "crua" e "simples".
Fonte: A Bíblia dos Skinheads
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Stanley Beckford (1942-2007) – uma vida reggaementando a música
Stanley Beckford
Em 30 de março de 2007, Stanley Beckford perdeu sua batalha contra o câncer na garganta.
Em 03 de dezembro, a edição 2006 do The Gleaner Diário descrito, Stanley Beckford descreveu sua situação:.
Agora, olhando câncer na face, Beckford diz que ele só pode contar suas bênçãos. "Bem, louvado seja o Senhor, estou me sentindo melhor do que antes. Ainda estou sentindo um pouco de dor, mas tenho que tomar alguns medicamentos para tentar contrariar um pouco a dor", disse ele.
Ele diz que sua família também tem sido muito favorável, especialmente sua esposa Thelma. "Eu tenho uma mulher aqui, ela é mais do que um anjo. Durante minha doença, mesmo antes, como eu mesmo fico um pouco dor de cabeça ela pular e pronto para Tek conta de mim, então quando ele veio para a minha família eu não tenho queixas ", disse ele.
Seus sete filhos, cinco meninas e dois meninos, estão atualmente no exterior. Beckford, que diz que ele era um paciente no Hospital Universitário de West Indies, durante seis semanas, diz: "Até agora eu realmente não sei o custo do hospital. Essas coisas foram olhou em volta ou pago por outras pessoas, mas eu não tenho certeza por que. "
Foi, no entanto, relatado em The Gleaner em 13 de novembro, durante a realização de Derrick Morgan na CVM TV Startime foi feito um apelo para ajuda no pagamento de metade do Beckford a conta do hospital milhões de dólares. E Beckford tem preocupações maiores a considerar, como ele iniciou um tratamento de radioterapia de 10 dias, que também deve custar uma boa soma.
Beckford diz, no entanto, que o apoio geral da Fraternidade de entretenimento tem sido mínima. "Para ser sincero, é apenas Fab 5, os astronautas, Derrick Morgan, Toots Hibbert e um pouco mais, mas essas são as principais pessoas da indústria da música que vêm e me procurar no hospital e tudo o que eles poderiam oferecer uma contribuição que me deu. Eles são meus chefes de família ", disse ele, rindo.
Onde sua carreira de cantora está em causa, Beckford diz que ele sente que é hora de dar um pouco para o Senhor. "Para ser sincero, eu ainda mantenho minha coisa como cantora, mas para continuar com ele, eu não penso assim. Caso contrário disso, eu acho que eu vou dar para o Senhor", disse ele.
"Isso não quer dizer que se eu conseguir um show que eu não vou fazer isso", disse Beckford. Beckford diz que não se arrepende, como ele se descreve como um "campeão para a Jamaica".
"Há tantos número um canções que eu fiz ao longo dos anos, solda, Kisiloo, Brown Gyal, Vassoura Weed e havia outras músicas. Minha música festival, Dreaming Of A New Jamaica, Jamaica Island Of Casa, poluição e outros, mas por outro lado de que, chegando, eu tinha um monte de canções número um, mas eu não me lembro de tudo um dem às vezes ", disse ele.
Beckford diz que seu único arrependimento até à data é a maneira em que artistas mais velhos são tratados de forma injusta. "Eu sou um artista de gravação de baixo na década de 60 um, nunca usar para fazer nenhum dinheiro. Que eu uso para obter cinco centavos de dólar por cópia do registro de um uso di registro para vender por 75 centavos de dólar por produtor di não vai te dizer o quanto registros foram vendidos. E mesmo agora, não fazendo nenhum dinheiro como artistas velhos tempos. Di única coisa que fazer um casal de dólares é como estrelas de R Us, Startime e JCDC. Nós fomos roubados e enganados, mas quando as pessoas vêem Stanley e as turbinas dem seh um grande artista, mas só temos o nome di ", disse ele.
"Di hoje artistes dem Promoter só waan gi temos uma 15 mil dólares ou um US $ 20.000 e por di tempo wi táxi pagar uma coisa dem deh wi ciano pagamento wi contas. Tenho fi a pedir um emprestado, mi nuh vergonha fi ninguém dissessem dat. a chegar a meio milhão de um milhão. Eu não estou desrespeitando nenhum artista ou a indústria da música, mas eu só estou falando o que está acontecendo, e não deveria ser assim. Isso não só me sozinho como artista que essas coisas acontecem a. Você tem Hibberts Toots, Eric Donaldson, os astronautas, Derrick Morgan, Keith Poppin que são artistas de longa data, e no mesmo portfolio como eu. Nós não temos o nosso quinhão ", disse ele.
Introdução
De acordo com entrevistas dadas em 2004, Stanley Beckford nunca vi uma grande diferença entre mento e reggae. Para a primeira parte de sua carreira, que abrange a década de 1970 através da década de 1990, gravou reggae mento-infundido. Stanley saudou o novo milênio, deixando gravação reggae trás para gravar mento. É interessante notar que, enquanto alguns artistas do mento passou a reggae (como Lord Tánamo, Count Lasher e Conde Fixo), Stanley Beckford é o único artista reggae para passar para mento.
Stanley foi carregado fevereiro 17, 1942, na paróquia de Portland. Ele ficou órfão ainda criança e acabou vivendo em Kingston. Tomando um caminho que outros artistas jamaicanos seguida, ele começou a cantar na igreja, e, em seguida, ganhou destaque ao vencer na Vere Johns concurso de talentos do rádio. Stanley registrado reggae como Stanley e as turbinas, os Starlites, e, resumidamente, como Bellfied. Embora claramente reggae, a sua música tinha um tom de mento, mostrando um som país, especialmente devido aos vocais de estilo do mento de Stanley. (Ele soou como a grande cantora mento Harold Richardson.) Quando a influência mento era mais forte, suas gravações poderia ser melhor descrito como "mento-reggae".
Antes de passar para o mento, Stanley Beckford lançou vários álbuns de reggae e numerosos singles do início dos anos 1970 para a década de 1980, apreciando sucessos como "solda" e ganhar Festival três vezes.
Além de composições originais, Stanley registrado reggae cobre de uma série de canções mento, como "Quintal Balm", "Big Bamboo", "Banana", "Sweet Jamaica" (com novas letras), "Dip Dem", "Samfie Man "," Manutenção e Chi Chi Bud "," China Man From Montego Bay "e outros mencionados abaixo.
No final de 2008, eu ouvi via DJ David Pablo de Colton Califórnia de Tony Chin, que ofereceu as seguintes informações sobre a gravação de solda:
Alma Syndicate façanha banda.
Tony Chin guitarra-ritmo
Fully Fullwood-bass
Santa Davis-drums
Earl "Chinna" Smith-lead guitar
Keith Sterling-teclados
Ansel Collins-órgão
gravado no estúdio do Randy, 17 North Parade, Kingston JA
Reggae LPs e CDs
Jamaicano música fã Olivier Albot de França forneceu
duas discografias de gravações de reggae de Stanley Beckford. Punho é o único para LPs e CDs:
STANLEY E OS TURBYNES:
Folhas Mi Kisiloo Dinâmico 1978
Big Bamboo G. G. 1981
Big Bamboo (relançamento) Gold jamaicano 1992
Brown Gal Hope Road / Tuff Gong?
África (CD re-lançamento do LP 1978) Lagoa 1995
Queria que o homem Joe Gibbs 2000
OS Starlights:
Solda (1974-1978) Pulsação 1993
STANLEY BECKFORD:
Gipsy Mulher G. G. 1979
Acima, no rótulo, Tuff Gong, é o Stanley e O CD Turbynes ", Gal Brown", produzido por Barrington Jeffrey. Este CD é recomendado como um excelente exemplo de reggae-mento. Piano é um instrumento dominante, remetendo ao som pré-elétrico do mento. O ritmo é saltitante reggae, influenciados pela batida proto-reggae do mento que vieram antes. Voz rurais de Stanley, bem como as letras adicionar à sensação país. A tampa traseira revela que a instrumentação é fornecida por coortes Sly e Robbie e familiar, tais como Tommy McCook.
Há muitas canções belas, e não maus: "Brown Gal" destaca-se, como faz "Dada imploro seu perdão" ea versão original de "vassoura Weed". Melhor mento reggae seria difícil de encontrar. "In My Prime" e "Leave My Kisiloo" (baseado no do Conde Lasher "Mobay chinês") são divertidos.
Tanto quanto mento abrange ir: "Deixe meu Kisiloo" é uma adoção da canção Lasher Conde lançado em Chin, "não enganar Roun Me Gal", também conhecido como "Mo Bay China Man". Outra faixa, "bolinhos", creio eu, é uma canção folclórica da Jamaica. A pista mento-reggae "Bredda Ram Puss" é uma canção diferente da canção mento "Senhorita A Cabra Ram".
"África" apresenta uma introdução da música Africano, em que o canto de Stanley põe a nu a forte ligação entre as tradições vocais africanos e os vocais do mento da Jamaica rural. "A Little of Your Love" encontra Stanley realizando uma música soul.
Acima, na etiqueta Jamaica ouro é o CD 1992 re-lançamento do 1981 "Big Bamboo" LP por Stanley e Os Turbynes, produzido por Alvin Ranglin.
Este conjunto não é tão forte como "Gal Brown". Não é distintamente mento-reggae. Muitas faixas têm uma influência calypso, resultando em um compromisso menos interessante entre reggae, calypso e mento. Este CD pode ser encontrado muito barata. Possui encarte que colocam Stanley em contexto com calypso e mento. Boo Richards na bateria, Lloyd Parks no baixo, Willie Lindo, Bope e Andy Bassford na guitarra, Winston Wright nos teclados, Dave Madden, Dean Fraser e Glen DaCosta em chifres, Ruddy Thomas na percussão, Barbara Jones e Os Tamlins em backing vocals.
Tanto quanto covers do mento ir, não é o Harold Richardson e dos Ticklers "cura no Quintal Balm" (escrito por EF Williams), "Calypso On The Island" é uma adaptação do antigo mento "Banana" e "Carnival" é uma adaptação de "Sweet Jamaica" por Lord Lebby.
Para a direita é o lançamento no Reino Unido deste CD em Registros Charly com uma capa diferente.
uma etiqueta a partir da versão em vinil GG Records.
Segue-se o lançamento do LP jamaicano Big Bamboo em
GG Records.
Reggae Singles
Abaixo está discografia de gravações de reggae de Stanley Beckford em 45 RPM singles Olivier Albot. Ao longo da direita e inferior estão algumas amostras aleatórias de muitos singles de Stanley.
OS STARLITES:
Você é um homem procurado / Back To DUBwise G. G. Registros 1973
Sugar Plum / Version (Bellfield) Volcano 1973
How You Gonna Get Controle / Versão G. G Registros 1973
Donkey Man / Dub Part Two G. G Registros 1973
O dia todo trabalhando G. G 1973
Slave G. G 1973
Ja Ja foi preparar G. G 1973
Mr G Softhand. G 1973
Hold My Hand / Hold My Hand (Pt.2) Volcano 1974
Mama Dee / Mama Dee (Pt.2) g.g Registros 1974
Solda / Parte Dois g.g Registros 1975
Balm jardim / Balm Quintal Skank Hot Rod 1975
Cura no Barnyard / versão? 1975
Healing (Rudy) 1975
Ele Pon Top / Versão Tanya 1975
Alguns A Weh A Bawl / Part 0,2 Dubwise G. G Registros 1975
Mergulhá-los Jah Jah mergulhá-los / Jah Jah Dub GG Registros 1976
Esposa fiel / Dub Sábio G. G 'S discos de sucesso 1976
Born Again Rasta / Part Two Dub G. G Registros 1976
Samfie Man (Nov 1976) G. G 'S Registros 1977
Hold Them Natty Dread / Parte 2 Dub GG 'S Records?
Mr Walker JAMA?
Shame On You Starlite?
Quando chego em casa FEDERAL?
Kingston Garota Black & White?
Dragon Dance (g.g 'S)?
STANLEY E OS TURBYNES:
Chorando Slave / Hide do Bellinda Barry Out 1976
Pouco do seu amor / Disco Serenade Dr. komina 1977
Deixe meu Kisi-Loo / Bolinho Dr. komina 1977
Tribunal de Família / Família Tribunal Dub (g.g 'S) 1977
Sua mãe Never Know (1977) (g.g 'S)?
Chiney Bebê (1977) (g.g 'S)?
De John Lane Rock (1977) (g.g 'S)?
Oh Jah Jah (1977-1978?) (G.g 'S)?
A rainha Sheba (Março de 1978) (g.g 'S)?
Big Bamboo (1978) (g.g 'S)?
Richman FURO DE ÁGUA 1978
Brown Gal / Versão Dr. komina 1978
Broom Weed Dr. komina 1978
Bredda Ram Puss?
?
A Pretty Face / Permanente na minha janela Dr. komina 1979
Ciúme / Dub Parte 0,2 g.g 'S discos de sucesso 1980
Vem cantar comigo / Part 0,2 GG 'S discos de sucesso 1980
Vem cantar comigo / Ciúme '12 '(Alvin Ranglin) 1981
St Thomas Frango / Dub Parte dois registros GG 'S Hit 1981
St Thomas Frango / Dub Part Two '12 'GG' S discos de sucesso 1981
Nice Time / Part 0,2 THUNDERBOLT 1981
Dream Of Me '12 '?
Mento Recordings
Em uma série de entrevistas em áudio em formato real postada no web site do Mondomix, Stanley explicou que, em 2001, ele foi visitado por promotores de França, que lhe pediu para gravar um disco mento. Stanley considerado o Dennis Mento Banda Rod, mas, depois de conferenciar com sua esposa, decidiu em vez de trabalhar com The Blue Glaze Mento Band, que ele acreditava ser a melhor banda mento ativo. (Como o artigo de Dan Neely em Globais ritmo revista mostra, Stanley vinha desempenhando por um tempo antes deste com o Dennis Mento Banda Rod. Veja abaixo mais informações sobre este artigo.) Em 2002, ele gravou ", Stanley Beckford Plays Mento", apoiado por esmalte azul. É o grande álbum mento que Stanley nasceu para gravar, mas consegui até que ele tinha 60! Junto com a ordem do lado de Bob Marley cobre, é uma bela coleção de remakes do mento de alguns dos sucessos de auto-escritas de Stanley (incluindo uma versão maravilhosa de "vassoura Weed", só vale o preço do CD) e as normas do mento. Este CD é recomendado como um excelente exemplo do ressurgimento de lançamentos do mento, que começou no final de 1970. Esta versão pode ser comprado em melhores lojas de discos e varejistas on-line.
Stanley seguiu este CD com uma turnê pela Europa com o Blue Glaze.
1. Big Bamboo
2. Hold My Hand
3. Rich Man
4. Broom Weed
5. Dip Dem Jah Jah
6. Guava Jelly
7. Three Little Birds
8. Kisiloo
9. Brown Gal
10. De solda
11. Fi Mi Gal
12. Segurá-lo Joe
13. Um amor
Em 2004, Stanley Beckford, novamente apoiado por The Blue Mento Banda Glaze, lançou "Reggaemento", um acompanhamento para "Jogos Mento", no rótulo, Chrysalis / Calaloo. Atualmente lançado apenas na França, ele pode ser comprado a partir do site da Amazon francês: http://www.amazon.fr. O livreto fechado inclui algumas belas fotos, além de letras das oito músicas escritas por Stanley. As demais faixas são versões do mento de favoritos reggae. Stanley está novamente em turnê pela Europa com esmalte azul para promover Reggaemento.
1. Wanted Man
2. Israelitas
3. Oh Jah Jah
4. Let The Devil Gwaan
5. 007 favela / u vai Never Grow Old Medley
6. Porque Way Estrada [incorpora o "back to back, barriga com barriga" chorus]
7. Sam Man Fi [não a canção Lasher Conde de mesmo nome.]
8. Telefone Chamando
9. Feel Like Jumpin '
10. Donkey Man
11. Oh Jeová
Aqui está a banda:
Stanley Beckford (vocais, guitarra)
Vincent Price (clarinete e voz)
Nelson Chambers (banjo) Kenneth Burell (caixa rumba)
Thomas Hamilton (guitarra e vocal)
Randal Whyte (percussão e vocal)
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